Death Howl é um jogo de estratégia por turnos desenvolvido pela The Outer Zone e publicado pela 11 Bit Studios, lançado em 9 de dezembro de 2025 para Windows. O jogo foi lançado para Nintendo Switch, PlayStation 5 e Xbox Series X/S em 19 de fevereiro de 2026. A desenvolvedora The Outer Zone está sediada em Copenhague, Dinamarca.
Jogabilidade O jogador explora áreas do mundo espiritual, batalhando com seus habitantes em uma batalha por turnos, usando várias cartas de seu baralho. Cada carta usada, bem como cada movimento no tabuleiro, custa pontos de energia; novas cartas podem ser criadas a partir de recursos deixados por um inimigo derrotado. O jogador pode viajar pelo mapa, dividido em regiões distintas, interagindo com diferentes NPCs. Cada um dos quatro reinos espirituais é construído em torno de uma mecânica diferente, como descartar ou sofrer dano ou receber melhorias vitais ao repetir a ação favorita de um reino ao longo do tempo. O jogador também pode aceitar missões secundárias encontrando espíritos e cumprindo seus desejos, que concedem vários itens ou recursos.
Trama O jogo se passa na Escandinávia Mesolítica em 6000 a.C. A protagonista, Ro, viaja para o mundo espiritual em busca da Morte após a morte de seu filho. Em sua jornada para trazê-lo de volta, ela busca a ajuda dos quatro grandes espíritos da terra para alcançar o topo da montanha uivante. Ao longo do caminho, ela encontra uma variedade de espíritos surreais, a maioria dos quais ela precisa derrotar em combate.
Recepção
Death Howl recebeu críticas geralmente favoráveis da crítica, de acordo com o site agregador de críticas Metacritic. O também agregador de críticas OpenCritic avaliou que o jogo recebeu forte aprovação, sendo recomendado por 85% dos críticos. Em sua análise para o Destructoid, Rachel Samples elogiou Death Howl como "um jogo angustiante, punitivo e visualmente impressionante sobre luto e sobrevivência", além de "uma representação fantástica dos gêneros de construção de baralho e soulslike". Samples também elogiou o estilo artístico, a exploração, a narrativa e a dificuldade equilibrada do jogo, embora tenha feito algumas críticas ao suporte para controle, que às vezes apresentava problemas. Em sua análise para a PCMag, Vincent Peter elogiou a "atmosfera de luto e os visuais deslumbrantes", a escrita, a história e a mecânica principal do jogo, mas criticou a falta de opções de acessibilidade. O jogo foi descrito como "revigorante" e "bem-feito" em comparação com outros jogos do gênero Souls-like. Alguns críticos notaram a dureza do sistema de batalha, que "te joga no mundo espiritual, te dá cinco cartas básicas e diz 'boa sorte'". A emotividade do jogo, o estilo artístico único e a história profunda também foram frequentemente destacados.
Referências