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O presidente Donald Trump disse nesta sexta-feira, 9, que seu governo ainda não decidiu se transmitirá ao vivo a execução de um condenado pelo massacre em uma base militar dos Estados Unidos, que deixou 13 mortos, incluindo 12 soldados.

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A fala representa um recuo após a repercussão negativa de tal decisão, anunciada na quinta, 8, pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth.

Em entrevista à emissora conservadora Real America’s Voice News na quarta-feira, 7, Hegseth disse que a execução de Hasan ocorrerá em Fort Hood no dia 3 de dezembro. Hasan era psiquiatra do exército americano e foi condenado por matar 13 pessoas e ferir outras 32 em um tiroteio na base militar em 2009.

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“Vamos garantir que as pessoas possam assistir, que seja pública”, disse Hegseth.

Hegseth disse que as Forças Armadas não executam um militar desde a Segunda Guerra Mundial. A última execução militar ocorreu em 13 de abril de 1961, quando o soldado do Exército John Bennett foi executado por enforcamento.

A última execução pública nos EUA foi em 1936, no estado do Kentucky, quando Rainey Bethea foi enforcado em frente a uma multidão por ter estuprado e matado uma mulher de 70 anos.

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Presidente não confirmou se a execução de Nidal Hasan, prevista para 3 de dezembro, será transmitida Foto: Jose Luis Magana/AP
Trump já tinha criticado anteriormente as execuções públicas no Irã, chegando a usar, em algumas ocasiões, a possibilidade de manifestantes serem mortos pelo governo iraniano como um possível justificativo para uma ação militar. Essas advertências antecederam sua decisão final de atacar o Irã no final de fevereiro.
“Estão tomando uma decisão a esse respeito, mas ele será executado”, disse Trump. “Na verdade, não me importo como ele morra, desde que morra.”/AFP
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