A imprensa norte-americana informou que o governo dos Estados Unidos está prestes a aprovar um pacote de armas de US$ 2,8 bilhões (R$ 14,4 bilhões, na cotação atual) para Israel. Segundo a informação, revelada pelos jornais Washington Post e New York Times, esse é um dos maiores pacotes de munições vendidos nos últimos anos. O pacote inclui algumas das munições mais destrutivas dos arsenais ocidentais. Os veículos apontam que, apesar de ser descrita como “venda”, a operação é financiada por um mecanismo conhecido como financiamento militar estrangeiro, por meio do qual Washington fornece o dinheiro que Israel usa para comprar as armas. A notícia sobre o acordo surgiu em meio à escassez de munições nas Forças Armadas norte-americanas, devido à guerra com o Irã.“A gente está entrando em um momento em que a reconstrução econômica de vários países, principalmente na Europa, vai ser puxada por uma economia de guerra, [...] as economias estão utilizando o conceito de que estão participando direta e indiretamente de guerras para fazer investimentos públicos e privados no setor bélico”, afirma Igor Lucena, economista e especialista em relações internacionais, em entrevista ao Conexão Record News desta quarta-feira (16).Segundo ele, os diversos conflitos simultâneos no mundo estão fazendo com que as ações das grandes empresas bélicas, inclusive as brasileiras, subam. “Então, essas empresas estão, sim, produzindo cada vez mais armas e munições para fazer com que os estoques dessas nações voltem a níveis que são, para a visão deles, seguros”, explica.Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!






